Blogdobarra

09/02/2010

Último grupo da Copa: Favorita, Fúria luta para se manter entra as grandes seleções

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 11:29

O último grupo da Copa do Mundo de 2010 terá a agora favorita Espanha ao lado do emergente Chile, da comum Suíça e da visitante Honduras, que retorna ao Mundial após 28 anos.

A Fúria chega ao Mundial credenciada pela conquista da Eurocopa 2008. O título enterrou a fama de seleção que luta e morre na praia. Mas, um tropeço na semifinal da Copa das Confederações, diante dos Estados Unidos, colocou um ponto de interrogação na cabeça dos espanhóis.

O Chile volta renovado, com um elenco jovem e forte. Já a Suíça não conta com nenhuma grande novidade e Honduras comemora a viagem à África do Sul… e só!

Espanha

Com quase todo seu elenco atuando em casa, a Espanha figura entre os favoritos à conquista do Mundial. A geração de Fernando Torres  voltou a premiar os espanhóis com um título da seleção adulta após 44 anos e voltou a fazer jus ao apelido de Fúria. A campanha nas eliminatórias foi avassaladora, com dez vitórias em dez jogos, atropelando Bósnia e Herzegovina, Turquia e Bélgica.

No gol, Iker Casillas traz sua experiência e segurança em sua terceira Copa, assim como o jovem Cesc Fàbregas, do Arsenal (ING), que disputará seu segundo Mundial com apenas 22 anos e forma o pilar do meio de campo com Xavi, do Barcelona (ESP). Talentos novos como o zagueiro Piqué e o meia Sergi Busquets, ambos do Barça, completam o elenco.

A maior força está concentrada na dupla de ataque, Fernando Torres e David Villa. Juntos, marcaram 56 gols pela seleção espanhola. Líder do ranking da Fifa, entra no Mundial para enfrentar suas próprias falhas e figurar, definitivamente, entre as melhores do mundo. Não terá dificuldades para chegar às oitavas.

Suíça

Desclassificada sem sofrer um gol em 2006, os suíços não mudaram em nada o seu modo de jogar. Com uma seleção limitada, mas forte fisicamente, a Suíça teve a sorte de cair em um grupo fácil nas eliminatórias e classificou em primeiro, à frente da Grécia.

Sob o comando do alemão Ottmar Hitzfeld, o destaque segue sendo o atacante Alexander Frei, ex-Borussia Dortmund (ALE). Na zaga, Senderos, jovem de 21 anos do Milan (ITA), demonstra segurança de veterano.

Sem grandes destaques, a seleção de trabalhadores deve brigar com o talento dos chilenos pela segunda vaga do grupo.

Honduras

Terminar a primeira fase das eliminatórias da Concacaf a frente do México já foi motivo de comemoração para os hondurenhos. Envolvidos em uma crise política que parece não ter fim, a Bicolor garantiu a terceira vaga em uma sofrida última rodada, desta vez atrás dos tradicionais americanos e mexicanos.

Apesar disso, conta com três jogadores talentosos no elenco. Palácios, que atua no Tottenham Hotspur (ING) comanda o meio de campo e municia a perigosa dupla de ataque, formada por Carlos Pavón, maior artilheiro da seleção com 56 gols, e o rápido e habilidoso David Suazo, da Internazionale de Milão (INT).

Apesar disso, a limitação no elenco garante um bom passeio e retorno no dia 26 de junho, um dia após última rodada da primeira fase.

Chile

Uma renovação no elenco colocou o Chile novamente na Copa, após ficar de fora em 2002 e 2006. Sob a tutela do experiente Marcelo ‘El Loco’ Bielsa, La Roja surpreendeu nas eliminatórias e terminou a um ponto do líder Brasil, de quebra com o goleador Humberto Suazo isolado na artilharia com dez gols.

A maior virtude dos chilenos é a habilidade do meio de campo pra frente. O experiente Maldonado, conhecido dos brasileiros, segura a marcação no meio para Rodrigo Tello, do Besiktas (TUR), Matías Fernández, do Sporting (POR) e ‘El Mago’ Valdívia, aprontarem na armação.

Na frente, sobram boas opções. Titularíssimo, Suazo divide as atenções com Aléxis Sánchez, da Udinese (ITA) e Beausejour, do América (MEX). Com um elenco versátil, é favorito à segunda vaga.

Palpite GH

Espanha desfila em campo e fica com a primeira vaga. Os chilenos largam na frente pela segunda vaga graças ao momento que seus principais jogadores vivem. Suíça não tem muito a mostrar e vai embora mais cedo junto aos inexpressivos hondurenhos.

Grupo H
1 Espanha
2 Suíça
3 Honduras
4 Chile
Jogos do Grupo H
16/jun
8h30 Honduras x Chile
11h00 Espanha x Suíça
21/jun
11h00 Chile x Suíça
15h30 Espanha x Honduras
25/jun
15h30 Chile x Espanha
15h30 Suíça x Honduras

04/02/2010

Alarde da imprensa em uma lista quase óbvia do Timão para a Libertadores

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 14:59

A grande imprensa já conseguiu o gancho de início de ano para o Corinthians. A “misteriosa” lista de 25 atletas que disputarão a Libertadores pelo Timão em 2010 tem sido tratada como o grande tema de início de ano no alvinegro de Parque São Jorge.

Tudo bem, são 31 atletas para 25 vagas. Na minha mente brilhante, seis jogadores ficarão de fora. Porém, analisando o elenco atual, nada justifica tamanha preocupação.

De todas as vagas, somente três atletas brigam pela última vaga.

Confira a lista que Mano divulgará nos próximos dias:

Goleiros

Felipe, Júlio César e Rafael Santos: Apesar de alternar atuações brilhantes como contra o Palmeiras e outras fracas como contra o Mirassol, o titular terá a companhia dos reservas imediatos J. César e R. Santos, que devem brigar pelo segundo posto.

Laterais

Roberto Carlos, Escudero, Alessandro e Balbuena: Curiosamente, dois brasileiros e dois gringos. A vantagem de Mano é que o paraguaio Balbuena atua nas duas alas, ou seja, em caso de contusão ou suspensão dos titulares R. Carlos e Alessandro, o polivalente lateral pode substituí-los , logicamente não à altura. A preocupação é com o argentino Escudero, que adora ser punido com um cartão por jogo, independente da cor e do andar da partida.

Zagueiros

Chicão, William, Paulo André e Leandro Castán: A dupla titular e o reserva imediato são óbvios. Apesar de recém-chegado, Leandro Castán estará na lista por conta do receio de Mano em apostar na juventude do defensor Renato. Cinco zagueiro é algo exagerado para a convocação de Renato também.

Volantes

Marcelo Mattos, Jucilei, Edu e Ralf: São quatro e irão os quatro, sem dúvidas.

Meias


Danilo, Tcheco, Elias, Defederico e mais um: Danilo e Tcheco entram pela experiência e pelo investimento nos mesmos. Elias pela garra e Defederico pela habilidade e nacionalidade (argentino tem a malícia do torneio). Sobram três nomes para uma vaga. Morais, Edno e Boquita brigam por ela. Sem apresentar o futebol que chamou a atenção da diretoria, Edno é carta fora do baralho. Morais, em queda desde 2008, tem pouquíssimas chances.

Por atuar como volante e meia, Boquita passa no teste e vai para a batalha com a quinta vaga.

Atacantes

Iarley, Ronaldo, Jorge Henrique, Dentinho e Souza: Por motivos óbvios, Ronaldo, Iarley e Jorge Henrique dispensam explicações. Dentinho, pela identificação com a torcida e pelo esforço também vai.

Inexplicavelmente, assim como sua manutenção no elenco alvinegro há dois anos, Souza também vai, porém será banco do banco.

Mas, por favor, não me questionem sobre as chances do horroroso Bill. Nulas!

Conclusão

Difícil, não?

Goleiro Danilo Fernandes, lateral Dodô, zagueiro Renato, meias Morais e Edno, e atacante Bill ficarão de fora. Alguém acha que eles teriam chances?

03/02/2010

Amplo favorito, Brasil terá Portugal e Costa do Marfim na primeira fase

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 14:15

O grupo G, penúltima chave sorteada, reservou lugar para a maior seleção do mundo, o Brasil, mas o caminho em busca do hexa não será fácil

A seleção canarinho terá pela frente a temida Costa do Marfim, recheada de estrelas que atuam na Europa, e Portugal, de Cristiano Ronaldo. Completa o grupo a quase amadora Coreia do Norte.

Brasil

Considerado favorito desde sempre na história dos Mundiais, a seleção brasileira superou a desconfiança em torno do inexperiente técnico Dunga que acertou a equipe.

O bicampeonato conquistado nas eliminatórias sulamericanas foi consagrado por vitórias convincentes, como a diante da Argentina em Buenos Aires. No ataque, Dunga encontrou o centroavante ideal com Luís Fabiano, vice-artilheiro das eliminatórias com nove gols. Embaixo das traves, Júlio César, considerado o melhor goleiro do mundo, segue em grande fase. E até apostas incertas como o volante Felipe Melo e o lateral direito Maicon deram certo.

Contrário ao clima de oba-oba ocorrido em 2006 na fase de preparação, Dunga terá dois problemas até o Mundial: lidar com a pressão da imprensa pelo retorno de Ronaldo ‘Fenômeno e decidir pelo parceiro ideal de Luís Fabiano, entre Adriano, Nilmar e o malabarista Robinho.

O Brasil pode ter alguma difiiculdade contra os marfinenses e os lusos, mas terá um ‘amistoso contra os norte-coreanos.

Coreia do Norte

A campanha de nove vitórias, cinco empates e somente duas derrotas nas eliminatórias não engana, já que os adversários foram países modestos como Jordânia, Turcomenistão e Emirados Árabes Unidos.

No mais, sempre se manteve atrás da rival política do sul. A surpresa veio ao passar por Arábia Saudita e Irã. Em sua segunda participação em Copas, contam com o meia Yong-Jo Hong, atleta do FC Rostov (RUS) como maior estrela.

Costa do Marfim

Em sua segunda Copa, os marfinenses mostram que vieram para ficar. E também pela segunda vez, cai no considerado ‘grupo da morte. Os Elefantes terão que superar o pentacampeão Brasil ou os perigosos portugueses para sonhar com a vaga nas oitavas.

Recheada de craques, sofrem com a síndrome da expectativa excessiva que pressiona as seleções africanas em Mundiais. No elenco há um craque para cada setor. O zagueiro Touré, do Manchester City (ING) e o lateral Eboué, do Arsenal (ING) compõem o setor defensivo. O volante Yaya Touré, do Barcelona (ESP) é a força no meio campo. E a dupla de ataque é formada por nada menos que Kalou e a estrela Drogba, ambos do Chelsea. Ou seja, o elenco mais perigoso na teoria. Invicta nas eliminatórias africanas e com uma vitória sobre a Espanha em amistoso recente comprova que vai incomodar, com certeza.

Portugal

O pilar da seleção é o habilidoso meia Cristiano Ronaldo. Sem ele, a seleção portuguesa, apesar de ter excelentes jogadores, torna-se apática. A classificação na repescagem contra a fraca Bósnia Herzegovina aponta que algo está errado no comando do luso Carlos Queiroz.

A semifinal alcançada em 2006 contrasta com o atual momento português. Mas nunca é bom desacreditar. O zagueiro luso-brasileiro Pepe operou o joelho direito e é dúvida para a Copa. O meia Deco e Liédson despontam com o talento brasileiro na seleção das Quinas.

A última derrota lusa ocorreu em novembro de 2008 em uma goleada por 6 a 2 diante do Brasil em amistoso. Depois disso, alguns empates contra seleções inexpressivas marcaram a trajetória da temida incógnita.

Palpite GH

O grupo mais equilibrado terá o Brasil consolidando seu ótimo momento e atropelando os adversários. Portugal depende do termômetro Cristiano Ronaldo e do fraco Carlos Queiroz no comando, enquanto os marfineses contam com atletas mais dedicados. A aposta para a segunda vaga é africana. Coreia do Norte comemora o fato de excursionar longe do país… e só!

Grupo G

1 Brasil

2 Coreia do Norte

3 Costa do Marfim

4 Portugal

Jogos do Grupo G

15 de junho

11h: Costa do Marfim x Portugal

15h30: Brasil x Coreia do Norte

20 de junho

15h30: Brasil x Costa do Marfim

21 de junho

8h30: Portugal x Coreia do Norte

25 de junho

11h: Portugal x Brasil

11h: Coreia do Norte x Costa do Marfim

28/01/2010

A arte de desperdiçar talentos no Corinthians

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 15:43

No longíquo ano de 1988, um jovem (e ainda) franzino goleiro saía do banco de reservas e fazia sua estreia pelo Corinthians em um amistoso contra o São José. Anos depois, com apenas 20 anos, o garoto, de nome Ronaldo Soares Giovanelli, assumia a titularidade do alvinegro de Parque São Jorge.

Hoje, passados 22 anos, nenhum outro garoto formado nas categorias de base do Corinthians voltou a assumir o gol do clube. Enquanto grandes nomes surgem e se vão como jogadores quaisquer, as diretorias (que mudam de nome, mas não de postura) continuam gastando milhões na contratação de goleiros de outros clubes ao invés de dar uma oportunidade aos garotos da base.

Talvez seja um absurdo comparar estes jovens talentos com arqueiros do cacife de Dida, mas se comparados com Maurício, Nei, Doni e Felipe, talvez  a distância do absurdo seja bem menor.

Confira quatro talentosos goleiros que o Corinthians perdeu ao longo dos últimos anos e faça sua análise.

Fernando Yamada

Jogador de ascendência nipônica, alto e de boa envergadura, o goleiro Yamada iniciou sua carreira no Corinthians em 1993, com apenas 14 anos. Passando pelas categorias de base, o arqueiro se destacou na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1999, quando conquistou o título com o Timão.

Nem o fato de ter convocações para as seleções de base ajugou. A marca de ser um jogador formado na base, sob o rótulo óbvio de inexperiência, acabou pesando. Permaneceu até 2001 no Parque São Jorge, quando foi buscar uma oportunidade em clubes menores.

Passou por Bragantino, Guaratinguetá, São Bento, Noroeste e ABC.

Marcelo Marinho

Formado no terrão, Marcelo Marinho ganhou uma pequena oportunidade em 2006, quando o goleiro Fábio Costa saiu do clube, após a conquista do título brasileiro de 2005.

Ganhou uma chance na louca passagem de Daniel Passarela no clube, mas logo em seguida foi sacado sem explicações.

Hoje é titular absoluto e ídolo do Bahia.

Renato

Um dos mais talentosos goleiros vindos das categorias de base, Renato ganhou projeção nas seleções de base e também no selecionado pré-olímpico, quando deixou Fábio Costa no banco.

Também conquistou título da Copinha, integrou o elenco bicampeão brasileiro de 1998 e 99 e chegou até a seleção principal em um amistoso.

Considerado como sucessor de Ronaldo, foi relegado no Parque São Jorge. Assim, passou por Atlético Paranaense, Portuguesa, Internacional, Fortaleza, entre outros.

A falta de oportunidades o fez a tentar a carreira como corretor de imóveis, antes de voltar ao futebol recentemente. Atualmente defende o Grêmio Catanduvense na série A2 do Paulistão.

Ficou conhecido por ajudar o capetinha Edílson a escapar da fúria dos palmeirenses no Paulistão de 99, no episódio das embaixadinhas. Ao segurar Roque Júnior, foi obrigado a pular do gramado para os vestiários para não ser atingido.

Rubinho

O guarulhense, irmão do ídolo Zé Elias, saiu da base para o elenco principal em 2001. Passou três anos no Parque São Jorge e não foi reconhecido, apesar de algumas poucas chances no profissional. Foi campeão paulista em 2001 e 2003.

Quando partiu para o exterior, se destacou no Genoa, da Itália, e virou ídolo, sendo sondado por diversos clubes da Europa.

Em 2009, foi contratado pelo Palermo e, recentemente, foi cogitado como contratação dos ingleses Tottenham, Fulham, West Ham. Tem apenas 26 anos.

Júlio César

O atual terceiro (às vezes segundo) goleiro do Timão, de 25 anos, conseguiu o feito de tornar-se bicampeão da Copa São Paulo em 2004 e 2005. Sua habilidade para defender pênaltis é conhecida no Parque São Jorge.

Em 2008 viveu seu melhor momento no clube. Após as falhas de Felipe na decisão da Copa do Brasil contra o Sport Recife, foi efetivado à equipe titular por Mano Menezes. Mas, pouco tempo depois (e inexplicavelmente), foi sacado do time, mesmo com boas atuações.

Também inexplicavelmente perdeu espaço no time para o mais jovem (porém, nem tão talentoso, em minha opinião) Rafael Santos, que tem ganhado oportunidades na ausência de Felipe.

Foi oferecido para ser emprestado ao Oeste de Itápolis, mas sabedor de seu talento, não aceitou a proposta. Com títulos do Brasileiro de 2005 e da série B em 2008, Paulistão e Copa do Brasil em 2009, pode se juntar a mais um dos talentos jogados no lixo pela direção e comissão técnica corinthiana.

Em comparação a nomes medianos como Felipe, Doni, Maurício, Nei e outros que passaram pelo Timão, falta ousadia para bancar um garoto que se identifique com a meta e a torcida alvinegra.

Assim, nunca veremos novos Rogérios Cenis ou Marcos surgindo pelos lados do Parque São Jorge.

Lamento.

27/01/2010

O futebol ‘politicamente correto’

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 09:45

Árbitros tendenciosos, dirigentes interesseiros, empresários mal-intencionados, atletas mal-caráter, lances polêmicos, torcidas indignadas.

Esqueça tudo isso. Porque Portugal (só podia ser lá) está querendo inventar (ou ressuscitar) o futebol limpo e praticado de acordo, literalmente, com as regras do esporte.

Notícia do Globoesporte.com diz que o meia-atacante argentino Pablo Aimar, do Benfica, terá que pagar € 750 (R$ 1.941) pela simulação de um pênalti na partida contra o Nacional da Madeira. O jogo, disputado em outubro de 2009, foi julgado agora pela Comissão Disciplinar da Liga de Futebol Portuguesa.

A medida não é nova, já que outro argentino, o atacante Lisandro Lopez, do Porto, já havia sido suspenso pela mesma situação. No seu caso, o pênalti foi assinalado e o time do Dragão empatou com a Águia (Benfica), no clássico português.

Interessante notar que o ato pode mudar determinadas atitudes de jogadores que se preocupam mais em estar próximos ao gramado do que fazer o que lhe é pago, jogar em pé!

Pena que poucos dirigentes do esporte mais popular do mundo têm tal consciência. Se a medida fosse disseminada, talvez não fossem necessárias parafernálias como bola com chip, 15 árbitros em uma única partida, um para tipo de lance diferente, câmeras escondidas debaixo do gramado e microfones espiões nas camisas dos atletas para ouvir o que falam.

A honestidade, como em todos os setores da sociedade deveria falar mais alto. Mas, no futebol, perderia a graça. Irônico, não?

Imagine se a moda pega?

Desta vez, os portugueses saíram na frente.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1464559-9842,00-PABLO+AIMAR+E+MULTADO+POR+SIMULAR+UM+PENALTI+NO+CAMPEONATO+PORTUGUES.html

26/01/2010

Quando a falta de maturidade resulta em muito dinheiro e pouco futebol…

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 09:37

Antes de qualquer comentários, é bom esclarecer. O blogueiro aqui não tem nada contra a pessoa simpática do Robinho, mas as críticas vão para o jogador Robinho.

Pela terceira vez, o atleta brincalhão sairá pela porta dos fundos de um clube, sem ser aclamado e muito menos ouvindo torcedores clamarem por sua permanência.

O enganado da vez foi o Manchester City, clube mediano inglês que briga para $e tornar grande, a$$im como o Chel$ea $e tornou. Contratou o atacante malabarista por R$ 96 milhões do Real Madri.

Nos merengues espanhóis, o jovem craque chegou em meio a galácticos como Ronaldo, Roberto Carlos, David Beckham, Raúl, entre outros que, logicamente, ajudaram a desempenhar o seu melhor futebol. Mas alguns gols e muitas firulas depois, o craque se cansou da vida noturna espanhola, das festas e começou a render menos em campo, graças ao interesse do Manchester City.

Trocar um clube da imensidão do Real Madri para atuar no City era como deixar um Flamengo e pedir para jogar no Grêmio Barueri, guardadas as proporções financeira$ dos clubes. Mas ele quis assim, na Inglaterra recuperaria a alegria de jogar e seria o astro-rei.

Pouco tempo depois, após outros boas atuações com gols e mais firulas, encontrou um técnico que preza pela objetividade no futebol, o italiano Roberto Mancini que dividiu o seu destaque com Carlitos Tévez, Adebayor, entre outros. E Robinho não conseguiu dividir o estrelato.

Pediu para voltar para o Santos, onde disputará os holofotes com André, Paulo Henrique Ganso, Neymar, futuros craques como ele foi um dia, mas sem os salários astronômicos de Robinho.

O mesmo Santos que, mesmo dizendo que amava-o, deixou em 2005, alegando estar na hora de conquistar a Europa, sem se preocupar se o Peixe lucraria muito ou pouco com sua transferência.

Agora, Robinho volta com pompa, festas e muita alegria aos braços daqueles mesmos torcedores que desprezou quando quis encher os bolsos no Velho Continente. O objetivo? Ser feliz e garantir um lugar na seleção de Dunga na Copa de 2010.

A menos de seis meses do Mundial, o feliz atacante se esqueceu que o mundo do futebol é como uma BOLA: redonda e que dá muitas voltas…

25/01/2010

Azzurra busca seu segundo bicampeonato na luta pelo penta

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 09:53

O tetra conquistado na Alemanha em 2006 tirou só o rótulo de favorita e sacramentou a Azzurra entre as grandes seleções das Copas

Apesar de ter pela frente rivais sem muita força na história dos Mundiais, é bom que a humildade dos italianos esteja no ponto em junho, pois Paraguai e Eslováquia podem aprontar contra os atuais campeões.

Completando a chave, a Nova Zelândia já conquistou seu título particular por ter conseguido a vaga.

Itália

Dias após o tetra mundial, Marcello Lippi deixou o comando da Azzurra nas mãos de Roberto Donadoni. Mas o fracasso na Eurocopa 2008, quando apanhou da Holanda por 3 a 0 na estreia, empatou com a modesta Romênia e passou pela França, antes de ser eliminada pela futura campeã Espanha nos pênaltis nas oitavas de final, fez com que a federação local trouxesse Lippi de novo.

Nas eliminatórias, em um grupo fraco, com Irlanda e Bulgária, passou invicta. O segredo para buscar o penta e se igualar ao Brasil em títulos mundiais é a manutenção da base do elenco campeão em 2006. Com o mesmo comandante, nada menos do que 13 jogadores seguem absolutos com a camisa azul.

Embaixo das traves, Buffon ainda é soberano e chega à sua quarta Copa. Na zaga, os experientes Zambrotta, Grosso e o recuperado Cannavaro, que voltou a jogar o fino da bola ao voltar para a Juventus. Pirlo mantém a consistência do meio junto ao argentino Camoranesi. Giuseppe Rossi, de origem norte-americana, é a revelação para este Mundial. O sempre artilheiro Luca Toni continua como referência na frente.

Paraguai

Terceiro colocado nas eliminatórias, os Guaranis garantiram a classificação sem sustos. Vitórias sobre Brasil, um empate e uma vitória sobre a Argentina e outro triunfo sobre o Chile em Santiago foram argumentos suficientes para tornar a dupla de ataque Cabañas e Roque Santa Cruz temida na América do Sul.

O setor defensivo já não tem a mesma força da época de ídolos como Chilavert, Gamarra, Rivarola e Arce. Portanto, as esperanças paraguaias recaem sobre o ‘gordinho Cabañas, artilheiro oportunista nas eliminatórias com seis gols.

Para isso, precisa superar a desclassificação na primeira fase de 2006, quando caiu diante de Inglaterra e Suécia, vencendo somente a fraca Trinidad & Tobago.

Nova Zelândia

País tradicional no rúgbi, figurando entre as melhores seleções do mundo, os neozelandenses tem muito a agradecer à vizinha Austrália, que foi disputar as eliminatórias asiáticas, deixando assim a Nova Zelândia como única força na Oceania.

Em sua segunda Copa, os All Whites passearam nas eliminatórias contra os inexpressivos Ilhas Fiji, Nova Caledônia e Vanuatu. Na repescagem, contra o quinto melhor da Ásia, Bahrein, conseguiu a vaga com uma vitória suada por 1 a 0, e uma defesa importante de pênalti do goleiro Mark Paston. Sem craques, o atacante Shane Smeltz desponta como melhor jogador do país, autor de oito gols nas eliminatórias.

Eslováquia

A estreante em Copas chega como a grande incógnita. A Eslováquia conquistou a classificação com a primeira colocação do grupo 3 das eliminatórias europeias, à frente de Eslovênia, da perigosa República Tcheca e da encardida Polônia.

O elenco conta com o seguro Skrtel, do Liverpool, o meia Hamsik, do Napoli, e o goleador Sestak, do Bochum. Mas os amistosos pós classificação mostram que a seleção não está com tanto potencial para surpreender. da co-irmã República Tcheca. Em dois jogos, os eslovacos bateram os rivais americanos por 1 a 0, mas foram derrotados pelo emergente Chile, por 2 a 1.

Palpite do blogueiro

Sem surpresas, a Azzurra aproveitará a primeira fase para ajustes. Paraguai e Eslováquia disputam segunda vaga, mas os Guaranis contam com mais elenco e tradição. Assim, os eslovacos devem se juntar aos neozelandeses para um passeio pelas savanas africanas antes de voltar pra casa.

Jogos do Grupo F

14 de junho

15h30: Itália x Paraguai

15 de junho

8h30: Nova Zelândia x Eslováquia

20 de junho

8h30: Eslováquia x Paraguai

11h: Itália x Nova Zelândia

24 de junho

11h: Eslováquia x Itália

11h: Paraguai x Nova Zelândia

22/01/2010

Holanda protagoniza grupo E; Camarões, Dinamarca e Japão brigam pela segunda vaga

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 10:12

O grupo E foi reservado para quatro seleções que sempre disputam o Mundial como surpresas e normalmente voltam para casa com o gostinho de quero mais

No lado europeu, a Holanda encabeça o grupo das seleções que tem potencial para largar como favorita, mas sempre cai em situações inusitadas.

A Dinamarca assustou o Brasil nas oitavas de final em 1998, com os irmãos Laudrup, e deixou Uruguai e França comendo poeira em 2002 e se classificou em primeira em 2002, mas parou diante da Inglaterra novamente nas oitavas.

Já Camarões e Japão possuem jogadores talentosos, mas ainda não vingaram em  mundiais. O grupo reserva grandes confrontos e possíveis surpresas.

Holanda

A Holanda foi a primeira seleção europeia a se classificar para o Mundial da África, com oito vitórias em oito jogos, passando por seleções encardidas como a Noruega e Escócia. Invicta desde setembro de 2008, a Laranja Mecânica mantém suas forças concentradas no setor ofensivo. O tridente formado por Van Persie, do Arsenal,

Sneijder, da Internazionale (ITA) e Van der Vaart, do Real Madrid (ESP) é a principal aposta do técnico Bert van Marwijk, que ainda conta com o rápido Robben, do Bayern de Munique (ALE) na armação. Entra como candidata à primeira vaga do grupo.

Dinamarca

A Dinamarca entra no mundial como terminou as eliminatórias europeias: uma grande surpresa. Em sua quarta participação, os descendentes dos vikings voltam ao Mundial após oito anos ausentes credenciados pela classificação direta conquistada, deixando Portugal, de Cristiano Ronaldo, e Suécia, de Zlatan Ibrahimovic, para trás.

Com o zagueiro Agger, do Liverpool (ING), comandando o setor defensivo, a  Dinamarca tenta controlar a expectativa que gira em torno de sua dupla de ataque formada por Bendtner, do Arsenal (ING), e Tomasson, do Feyenoord (HOL). Este último traz na bagagem experiência de ter atuado no Milan (ITA) e 51 gols anotados em 107 partidas disputadas pela seleção. Os rubros podem longe se as expectativas em torno do ataque se confirmarem.

Japão

O Japão vai à África do Sul para sua quarta participação consecutiva. Com um time de trabalhadores, quase todos no futebol local, os nipônicos buscam um ídolo desde a aposentadoria do craque Hidetoshi Nakata, após a Copa de 2006.

No gol, Kawaguchi segue dono das traves. O volante Inamoto, do Eintracht Frankfurt (ALE), e o meia Nakamura, do Espanyol (ESP), representam os dois únicos atletas da seleção atuantes no exterior e fecham o meio de campo com o meia Endo, do Gamba Osaka (JAP). O brasileiro Marcus Túlio Tanaka, do Urawa Red Diamonds (JAP) é a segurança na zaga japonesa.

Camarões

A seleção camaronesa não sofreu para se classificiar à Copa, passando com autoridade por Gabão, Togo e Marrocos. Com atletas espalhados por toda a Europa, Camarões briga para não repetir a eliminação na primeira fase, como aconteceu nas três últimas participações.

O jovem arqueiro Kameni, do Espanyol (ESP), é o destaque na defesa e com apenas 25 anos, disputará seu segundo mundial. À sua frente, o experiente zagueiro Song, do Trabzonspor (TUR) segue dono da zaga.

Alexandre Song, volante do Arsenal (ING), Djemba-Djemba, meia do Odense BK (DIN) e o polivalente Geremi, do Newcastle (ING) dão retaguarda para que a estrela Samuel Etoo finalmente consiga repetir suas excelentes atuações nos clubes para a seleção.

Palpite do blogueiro

Sem sustos, Holanda fica com o primeiro lugar. Dinamarca e Camarões disputam de igual para igual a segunda vaga, com ambas equipes dependendo de boas atuações dos seus atacantes Tomasson e Etoo. O Japão guardará o Mundial da África do Sul no currículo como experiência para chegar mais forte ao Brasil, em 2014.

Grupo E

1 Holanda

2 Dinamarca

3 Japão

4 Camarões

Jogos do Grupo E

14 de junho

8h30: Holanda x Dinamarca

11h: Japão x Camarões

19 de junho

11h: Holanda x Japão

15h30: Camarões x Dinamarca

24 de junho

15h30: Dinamarca x Japão

15h30: Camarões x Holanda

20/01/2010

Alemanha tenta manter série de boas campanhas em mundiais

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 13:25

O sorteio do grupo D reservou à Alemanha um caminho tranquilo para o início de sua caminhada na Copa de 2006

O grupo tem a inexpressiva Austrália e rivais com potencial como Gana e os vizinhos europeus da Sérvia.

A chegada de Joachim Löw no comando dos alemães trouxe paz à seleção. A Austrália comemora a chegada a segunda Copa consecutiva, enquanto a Sérvia disputa seu primeiro Mundial como país independente. Gana quer aproveitar o fator casa para repetir a classificação para as oitavas de final.

Alemanha

Com ampla margem de favoritismo, a Alemanha chega credenciada pela excelente campanha nas eliminatórias européias, com oito vitórias e dois empates.

Os alemães têm a seu favor o vice em 2002 e o terceiro lugar em 2006, além do vice na Eurocopa 2008. A base do elenco segue com o defensor Mertesacker e o volante Frings, ambos do Werder Bremen, o talentoso meia Schweinsteiger e os perigosos atacantes Miroslav Klose e Mario Gomez, todos do Bayern de Munique.

Com uma média de idade jovem, cerca de 25 anos, a Alemanha mantém o capitão Michael Ballack como referência. Com o crescimento de seu rendimento no Chelsea, o meia reencontrou seu bom futebol no selecionado, o que garante a consistência na armação e municiamento dos goleadores.

Austrália

Em sua primeira participação nas eliminatórias asiáticas, apesar de pertencer à Oceania, a Austrália provou que futebol não é mais tratado como esporte amador. Derrotas para China e Iraque foram meras obras do acaso. Quando acertou as falhas, não perdeu mais, mesmo diante de equipes tradicionais como o Japão.

Com quase todo elenco atuando na Europa, os australianos ainda sofrem com o vício das bolas altas.

Apenas dois nomes se destacam, o meia ofensivo Tim Cahill, do Everton (ING), e o canhoto Kewell, do Galatasaray (TUR). Com a saída do atacante Mark Viduka, a Austrália padece na dependência de boas atuações dos dois craques do elenco. Se inspirados, podem beliscar uma vaga nas oitavas.

Sérvia

A Sérvia estréia no Mundial como país independente, já que em 2006 disputou como Sérvia & Montenegro e goza do benefício de ficar com a maior parte dos bons jogadores, como o volante Stankovic, da Internazionale (ITA).

A zaga é o setor mais tranquilo, formada por Dragutinovic, do Sevilla (ESP), Vidic, do Manchester United (ING) e Ivanovic, jovem do Chelsea (ING).

Nas eliminatórias, foi ajudada pelo mau futebol francês e garantiu a vaga no grupo 7.  A dúvida é se manterá o futebol vistoso da época quando integrava a ex-Iugoslávia. Favorita à segunda vaga.

Gana

Com um caminho fácil nas eliminatórias, jogando contra seleções fracas como Gabão e Líbia, os ganenses chegaram à Copa tranquilamente.

Apesar de não renovar o elenco que chegou as oitavas de final da Copa em 2006, quando perdeu para o Brasil, os Black Stars têm jogadores conhecidos pela alcunha de carregadores de piano em seus clubes.

Samuel Kuffour, da Roma (ITA), reina na zaga, enquanto Muntari, da Internazionale (ITA), e Michael Essien, estrela do Chelsea (ING), garantem a segurança no meio de campo.

O habilidoso meia Appiah segue na armação com a experiência de ter atuado no Parma e na Juventus. O canhoto será o protagonista ganense em 2010.

Palpite do blogueiro

Alemanha se classifica soberana em primeiro lugar. A Austrália é zebra pelo elenco limitado. Sérvia, pela campanha realizada nas eliminatórias, e Gana, pelo conjunto de jogadores talentosos/trabalhadores, brigam pela segunda vaga, com vantagem para os africanos por atuarem em seu continente.

Grupo D

1 Alemanha

2 Austrália

3 Sérvia

4 Gana

Jogos do Grupo D

13 de junho

11h: Alemanha x Austrália

15h30: Sérvia x Gana

18 de junho

8h30: Alemanha x Sérvia

19 de junho

8h30: Gana x Austrália

23 de junho

15h30: Gana x Alemanha

15h30: Austrália x Sérvia

18/01/2010

Colonizador e colonizado largam na frente no grupo C

Arquivado em: 1 — Danilo Barra @ 16:53

O terceiro grupo da Copa do Mundo uniu colonizador, Inglaterra, e colonizado, Estados Unidos

E ambos não deverão ter nenhuma dificuldade para conquistarem suas vagas diante das inexpressivas Argélia e Eslovênia.

A evolução do futebol americano e o sempre favoritismo da Inglaterra destoam da Argélia, que chega mais preocupada em comemorar seu retorno aos Mundiais, e da Eslovênia , que entra como a maior surpresa do torneio.

Inglaterra

Cabeça de chave, a Inglaterra entra em mais uma Copa do Mundo com velhas caras e com o mesmo rótulo de favorita. Sob a tutela do carrancudo italiano Fábio Capello desde 2007, o English Team contrariou as previsões pessimistas da sensacionalista imprensa local e, com um futebol vistoso e constantes goleadas, passeou nas eliminatórias europeias.

John Terry segue como referência dos ingleses, com sua raça no setor defensivo, ao lado do seguro Ferdinand. O setor mais seguro é o meio de campo, com craques do quilate de Steven Gerrard, do Liverpool, e Frank Lampard, do Chelsea.

No ataque, o baixinho invocado Wayne Rooney, do Manchester United, finalmente se firmou como grande estrela e aguarda por um parceiro mais constante, já que o centroavante Emile Heskey ainda tem atuações oscilantes. O ponto fraco é o gol, onde o limitado Foster, do Diabos Vermelhos, ainda não se firmou.

Estados Unidos

Em sua oitava participação em Copas, a quinta consecutiva, os Estados Unidos parecem terem se firmado entre as seleções medianas, que sempre representam perigo para os favoritos. O Mundial da África pode ser o último de uma geração de bons jogadores como o veloz atacante Landon Donovan e o seguro arqueiro Tim Howard, mas também será o primeiro de gratas revelações.

Entre os nomes que podem despontar ou se firmar nessa Copa estão o meia de 21 anos Bradley, o atacante Altidore, 19, e o meia Freddy Adu, 20, tratado como fenômeno ao estrear na Major League Soccer com 14 anos, mas que ainda não vingou.

Argélia

A Argélia sofre com a falta de talentos e, principalmente, pela preferência de craques de origem argelina, como o meia Samir Nasri e o atacante Karin Benzema, ambos de 21 anos, pela seleção francesa. Assim, restam jogadores medianos como o meia e capitão Yazid Mansouri, do Lorient, da França, e o experiente atacante Rafik Safi, do Al Khor, do Catar.

Nas eliminatórias, surpreendeu ao ficar com a vaga no grupo 6 com melhor campanha do que Senegal. Na fase final, empatou em todos os critérios com o tradicional Egito e a classificação veio em uma partida desempate realizada no Sudão, vencida pelos argelinos por 1 a 0. Será a segunda participação em Copas.

Eslovênia

Surpresa. Assim pode ser descrita a segunda participação da Eslovênia em Copas.  Mas o caminho que trilhou até chegar ao Mundial é digno de inspirar receio dos adversários. Passou por Rússia, República Tcheca e Polônia.

Sem craques, os eslovenos vão à África com o discurso “unidos venceremos”, apostando no entrosamento do grupo. Mas a meta é superar a barreira da primeira fase.

Destaque do grupo é o desconhecido Robert Koren, meia do West Bromwich.

A estreante em Copas chega como a grande incógnita. A Eslováquia conquistou a classificação com a primeira colocação do grupo 3 das eliminatórias europeias, à frente de Eslovênia, da perigosa República Tcheca e da encardida Polônia.

O elenco conta com o seguro zagueiro Skrtel, do Liverpool, o meia Hamsik, do Napoli, e o goleador Sestak, do Bochum. Mas os amistosos pós classificação mostram que a seleção não está com potencial a ponto de surpreender tanto quanto com a eliminação da co-irmã República Tcheca. Em dois jogos, os eslovacos bateram os rivais americanos por 1 a 0, mas foram derrotados pelo emergente Chile por 2 a 1.

Palpite GH

Sem surpresas, Inglaterra deve aproveitar a fase inicial para os últimos acertos antes do mata-mata decisivo. Estados Unidos, se mantiver o nível atual, chega no segundo lugar. Argélia e Eslovênia têm tudo para apresentarem seus uniformes aos torcedores africanos, dar um passeio e voltar pra casa mais cedo.

Grupo C

1 Inglaterra

2 Estados Unidos

3 Argélia

4 Eslovênia

Jogos do Grupo C

12 de junho

15h30: Inglaterra x EUA

13 de junho

8h30: Argélia x Eslovênia

18 de junho

11h: Eslovênia x EUA

15h30: Inglaterra x Argélia

23 de junho

11h: Eslovênia x Inglaterra

11h: EUA x Argélia

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