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Quando a falta de maturidade resulta em muito dinheiro e pouco futebol…

Antes de qualquer comentários, é bom esclarecer. O blogueiro aqui não tem nada contra a pessoa simpática do Robinho, mas as críticas vão para o jogador Robinho.

Pela terceira vez, o atleta brincalhão sairá pela porta dos fundos de um clube, sem ser aclamado e muito menos ouvindo torcedores clamarem por sua permanência.

O enganado da vez foi o Manchester City, clube mediano inglês que briga para $e tornar grande, a$$im como o Chel$ea $e tornou. Contratou o atacante malabarista por R$ 96 milhões do Real Madri.

Nos merengues espanhóis, o jovem craque chegou em meio a galácticos como Ronaldo, Roberto Carlos, David Beckham, Raúl, entre outros que, logicamente, ajudaram a desempenhar o seu melhor futebol. Mas alguns gols e muitas firulas depois, o craque se cansou da vida noturna espanhola, das festas e começou a render menos em campo, graças ao interesse do Manchester City.

Trocar um clube da imensidão do Real Madri para atuar no City era como deixar um Flamengo e pedir para jogar no Grêmio Barueri, guardadas as proporções financeira$ dos clubes. Mas ele quis assim, na Inglaterra recuperaria a alegria de jogar e seria o astro-rei.

Pouco tempo depois, após outros boas atuações com gols e mais firulas, encontrou um técnico que preza pela objetividade no futebol, o italiano Roberto Mancini que dividiu o seu destaque com Carlitos Tévez, Adebayor, entre outros. E Robinho não conseguiu dividir o estrelato.

Pediu para voltar para o Santos, onde disputará os holofotes com André, Paulo Henrique Ganso, Neymar, futuros craques como ele foi um dia, mas sem os salários astronômicos de Robinho.

O mesmo Santos que, mesmo dizendo que amava-o, deixou em 2005, alegando estar na hora de conquistar a Europa, sem se preocupar se o Peixe lucraria muito ou pouco com sua transferência.

Agora, Robinho volta com pompa, festas e muita alegria aos braços daqueles mesmos torcedores que desprezou quando quis encher os bolsos no Velho Continente. O objetivo? Ser feliz e garantir um lugar na seleção de Dunga na Copa de 2010.

A menos de seis meses do Mundial, o feliz atacante se esqueceu que o mundo do futebol é como uma BOLA: redonda e que dá muitas voltas…

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