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Archive for abril \29\UTC 2010

Série Mascotes parte III – Mineiros e sulistas

As raras exposições e exploração dessa importante ação de marketing, que é a mascote, destoa em, pelo menos, em dois clubes do futebol nacional, que serão retratados neste terceiro post sobre a pouca valorização das mascotes.

No estado de Minas Gerais, a palavra Galo remete automaticamente ao Atlético Mineiro, tamanha à associação da mascote com o clube e a torcida alvi-negra. Do lado rival, a Raposa talvez não tenha uma identificação tão forte com os simpatizantes do Cruzeiro, mas, ao menos, o animalzinho está sempre presente em todos os jogos do time azul celeste de Belo Horizonte.

Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, a rivalidade entre Grêmio e Internacional é tão forte, (na opinião deste blogueiro, a maior do país) que as mascotes ficaram em segundo plano ao longo da história.

Confira quais são e como surgiram as mascotes de Atlético Mineiro, Cruzeiro, Grêmio e Internacional.

O Galo mais forte do Brasil

O Atlético Mineiro é o clube com maior identificação com sua mascote em todo o território nacional. Basta falar no Galo, na linguagem futebolística, para a associação com o Atlético Mineiro ser evidenciada.

A figura do animal remete-se ao clube graças a existência de um galo carijó brigador, que era considerado imbatível nas famosas e crueis rinhas de Belo Horizonte, na década de 30.

Mas, somente em 1945 que o Galo foi ilustrado pelo chargista Fernando Pierucetti, conhecido como Mangabeira, nas páginas do jornal Folha de Minas. Associando a imagem do animal à raça, bravura, que luta até morrer, a mascote caiu como uma luva ao Atlético Mineiro.

Galo Doido, versão atualizada da mascote do Atlético Mineiro

Na década de 50, o jogador Zé do Monte ajudou o Galo a cair no gosto da torcida durante a conquista do pentacampeonato mineiro, entre 1952 e 1956. A cada vez que pisava no gramado, o atleta trazia consigo um galo.

O Atlético Mineiro tornou-se pioneiro na criação de fantasias de mascotes, lançando o Galo em 1980. Já em 2005, 25 anos depois, um novo formato foi dado à mascote, que ganhou o apelido de Galo Doido.

Galo Doido saudando a torcida alvinegra no Mineirão

A Raposa alvi-celeste

O Cruzeiro não possui uma história tão rica quando a da mascote rival, mas a Raposa tem sua importância para o marketing alvi-celeste.

Versão simples da mascote cruzeirense

Coincidentemente, os traços do animal foram feitos pelo mesmo chargista que desenhou o Galo, Fernando Pierucetti, o Mangabeira, em 1945, mas a inspiração foi bem diferente.

À época, o Cruzeiro era presidido por Mário Grosso, figura conhecida pela esperteza e astúcia nas negociações do time mineiro. Assim, foi natural a associação com a Raposa.

A raposa que teve a cabeça 'roubada' pelo meia Roger em clássico no Mineirão

Por sua vez, o Cruzeiro, apesar de não ter uma forte identificação com a torcida, que não utiliza o grito de Raposa com tanta frequência como a torcida do Galo, a mascote sempre está presente nos jogos do time alvi-celeste, além de fazer parte das ações de marketing do clube.

Raposa ganha traços detalhados para associar imagem à torcida e atrair atenção das crianças

O mosqueteiro gaúcho

O Grêmio possui uma mascote comum no futebol brasileiro, o mosqueteiro. A data oficial da adoção foi o ano de 1946. A criação remete ao chargista Pompeo, da Folha da Tarde, que publicava uma tira às segundas-feiras, com sete personagens representando sete clubes que disputavam o Campeonato Gaúcho do ano, entre eles um mosqueteiro.

Mosqueteiro do Grêmio surgiu inspirado na mascote alvinegra do Corinthians

Impulsionada pela iniciativa e pela figura guerreira do Mosqueteiro, a torcida gremista criou uma faixa com o mosqueteiro e o tradicional dizer “Com o Grêmio, onde o Grêmio estiver”.

O Mosqueteiro, que surgiu com uma silhueta gorda, foi ganhando forma com o passar dos anos e, hoje, ostenta forma física atlética.

Saci ou Negrinho colorado?

O Internacional de Porto Alegre vive uma crise de identidade com sua mascote. A criação do personagem aconteceu na década de 50, mais uma vez motivada pela necessidade de jornais, a Folha Desportiva e A Hora, identificarem o clube através de um desenho.

Mais uma versão de mascote desenhada pelo cartunista Ziraldo

Assim, surgiu a figura do Negrinho, uma mascote irônica e malandra. Com o passar do tempo, o personagem incorporou-se ao Saci, figura do folclore brasileiro que veste as cores vermelha, mesma do Inter, e que é conhecido por suas traquinagens, que seria o que o Colorado fazia contra seus adversários em campo.

Versão oficial do Saci Colorado

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Sabotage – Que a justiça seja feita…

Que a justiça do homem seja feita…

Nesta quarta-feira, às 13h, Sirlei Menezes da Silva, acusado de assassinar o rapper Sabotage no dia 24 de janeiro de 2003, será julgado no Fórum da Barra Funda, por júri popular.

O comando do julgamento estará a cargo da juíza Fabíola Oliveira Silva.

A morte prematura de Sabotage parou o ímpeto do Rap no Brasil

A condenação, independente da maneira e pena que vier, nunca trará de volta um dos ícones do RAP nacional, mas nos trará a sensação de que a justiça ainda funciona, mesmo que a passos de tartaruga, nesse país.

Capa do cd 'Rap é Compromisso' que mostrou a cara de Sabota no cenário musical

7 anos sem Sabotage. 7 anos de injustiça.

Que a correção seja feita, ainda que tarde.

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Série Mascotes II – No Rio, Urubu impera e Manequinho tenta se impor

Neste segundo post da série Mascotes, na qual este blogueiro busca a história das mascotes oficiais dos clubes brasileiros, os quatro clubes grandes do Rio de Janeiro serão retratados através dos personagens criados para aproximar o público infantil.

Na cidade maravilhosa, as mascotes são tratadas em segundo, terceiro e até quarto plano. Em sua maioria, os dirigentes dos clubes não investem muito nesta questão, tanto que o clube mais popular do Rio e do Brasil é a única equipe que aposta na força do símbolo da equipe.

Enquanto o Flamengo investe fortemente no Samuca, no Uruba e no Urubinha (que você conhecerá logo abaixo), o Manequinho é citado vezes sim, vezes não pela torcida e dirigentes do Botafogo.

Já o Fluminense, com o Cartolinha, e o Vasco, com quatro mascotes, pouco utilizam-se desta arma de marketing.

Com três variações, o Urubu mostra sua força

O pentacampeão brasileiro (a polêmica Taça das Bolinhas vai para o São Paulo mesmo) é o time que mais investe e busca propagar a ligação das cores rubro-negras com a mascote.

A primeira mascote do rubro-negro era o Popeye, desenho animado de um marinheiro que adquiria força ao comer espinafre. A ligação do clube com Popeye surgiu pela associação da origem do Fla, um clube de regatas, e a profissão do personagem, um marinheiro.

A história do famoso Urubu é parecida com a associação do Porco (mascote não oficial) ao Palmeiras, porém a conotação é lamentável. Torcedores rivais chamavam os flamenguistas de urubus devido ao grande número de seguidores negros que integravam a grande massa do clube.

Samuca, versão criada em 2000 pelo Fla para a figura do urubu

Os “xingamentos” racistas começaram na década de 60 e foi recebida, obviamente, como ofensa até um clássico entre Flamengo e Botafogo no dia 31 de maio de 1969. O Mengo não vencia o Fogão havia quatro anos, parte deles por conta da presença do brilhante ponta-direita Mane Garrincha vestindo as cores alvinegras.

Torcedores do Flamengo levaram um urubu com uma bandeira amarrada nos pés, a ave foi solta e quando aterrisou no gramado, os seguidores rubro-negros gritaram “É urubu”, em tom de desabafo.

A partida culminou na quebra do tabu, o Fla venceu por 2 a 1 e a mascote ganhou força, principalmente pela sorte que trouxe. O famoso cartunista Henfil tratou de desenhar os traços do novo personagem, que popularizou-se ao longo dos anos.

A associação fez com que o urubu ganhasse um nome no ano 2000: Samuca, mas o nome não pegou. Até que, em 2007, a diretoria apostou no marketing voltado ao público infantil e criou o Uruba e o Urubinha, pai e filho fanáticos pelo rubro-negro.

Uruba e Urubinha presentes no Maracanã no Brasileirão

A história do nascimento do Urubinha é retratada em um hot site do Flamengo (www.flamengo.com.br/mascote), que conta desde a primeira visita do Urubinha à Gávea (CT do Flamengo) até a primeira visita ao Maracanã, que aconteceu no dia 25 de maio de 2008, em jogo contra o Inter pelo Brasileirão.

Manequinho – Muita história, pouca ação

Estátua original do Manequinho, localizada em frente a General Severiano

Outra mascote muito popular no Rio de Janeiro é o Manequinho, do Botafogo. A associação do clube com o personagem acontece de maneira

simples, já que em uma praça em frente a General Severiano, sede do Botafogo, há uma réplica da estátua Manneken Pis, um menino urinando que decora uma praça em Bruxelas, na Bélgica.

Em 1957, o Botafogo atropelou o Fluminense na decisão do Campeonato Carioca, goleando o Flu por impressionantes 6 a 2, considerada a maior goleada em decisões do Cariocão.

Empolgado, um torcedor vestiu a estátua do Manequinho com a camisa do Fogão, o que tornou-se uma tradição a cada título conquistado pelo time da estrela solitária.

Versão mais atual do Manequinho

Biriba e Biruta

Não oficial, mas populares, dois cachorros já foram mascotes do Botafogo. Tudo começou quando Carlito Rocha, ex-jogador, ex-técnico e presidente do Botafogo (de 1948 a 51) começou a levar o cachorro vira-lata, Biriba, do zagueiro Macaé aos jogos do time no Cariocão de 1948.

Com 17 vitórias e dois empates, a conquista invicta quebrou um jejum de 13 anos sem título e Biriba ganhou fama de amuleto da sorte.

Presidente do Botafogo com o mascote Biriba, sortudo invicto em 1948

Atualmente, a diretoria da Estrela Solitária mantém Biriba e Biruta, duas mascotes em forma de cachorro, nos jogos disputados no Engenhão, o Stadium Rio, para interagir com as crianças.

Cartola? Só nos bastidores

Mascote representa elitismo da torcida

A mascote do Fluminense é pouco aproveitada pelo time

Cartolinha versão mirim

atualmente. A origem não tem uma história rica em detalhes. Criado em 1943 pelo chargista argentino Mollas, o Cartola surgiu com o objetivo de associar o clube com a nobreza do Rio, já que o personagem usa fraque e representa só aceitar vencer respeitando as regras.

Preocupada (ao menos um pouco) com o público infantil, o Tricolor Carioca resolveu apostar na substituição do Cartola pelo Cartolinha, com os mesmos atributos do original, porém representado em uma criança.

Vasco – Mascote oficial indefinido

Versão atual e infantil do Almirante

O Vasco da Gama é a equipe com maior leque de

Bacalhau virou alcunha vascaína

opções de mascotes. No site oficial do clube aparecem quatro, sendo dois Almirantes, um navegante em posse de um bacalhau e um Português.

A primeira mascote foi o Almirante, uma homenagem ao navegador português. Na década de 40, a associação da origem lusitana do clube remeteu à criação do Português e, o último, o Bacalhau, surgiu com Henfil, no tradicional Jornal dos Sports, na década de 60 e foi bem recebido pela torcida.

Figura tradicional do Portuga

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Desilusão com o ser humano…

O poder corrompe o ser humano…

… o dinheiro também!

É triste ver ideal, caráter e personalidades sendo comercializadas como se fossem frutas no mercado!

O dinheiro e o homem me envergonham.

Vão contra a minha Constituição de Ética.

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Série Mascotes – A história pouco valorizada das mascotes dos clubes

Hoje, o blogdobarra inicia uma série de posts sobre a história (nem sempre oficial) das mascotes dos clubes brasileiros.

Pouco valorizada e utilizada pelos clubes, muitas mascotes acabam caindo no esquecimento e tendo suas histórias desvalorizadas.

Para começar, vou retratar o surgimento das mascotes dos quatro grandes times de São Paulo.

Mosqueteiro alvinegro

O mosqueteiro alvinegro, mascote do Sport Club Corinthians Paulista, remete quase que em conjunto com o inicio da história do clube. Fundado em 1910, o Corinthians era muito famoso na várzea, e, em fase crescente, entrou com um pedido na Liga Paulista de Futebol para disputar o Campeonato.

Assim, o Timão juntou-se aos três times grandes à época, o Americano, Germânia e Internacional, que eram chamados de ‘três mosqueteiros’. Então, o Corinthians tornou-se o quarto mosqueteiro.

Outra versão dá conta do surgimento do Mosqueteiro em 1929. Na ocasião, o alvinegro venceu o Barracas, da Argentina, no Parque São Jorge, com gols de Apparício, Rodrigues e Rato.

A vitória foi destacada nas páginas do jornal ‘A Gazeta’ em reportagem do jornalista Thomas Mazzoni, que descreveu a atuação dos jogadores do Timão com ‘fibra de mosqueteiro’.

O personagem é inspirado no personagem D’Artagnan, do livro “Os três mosqueteiros”, de autoria do francês Alexandre Dumas.

O desenhista Ziraldo desenhou as duas últimas versões da mascote, uma na década de 80 e a última redesenhada em novembro do ano passado, quando desmembrou-se em dois personagens: o Mosqueteiro e o Mosquetinho, para atingir o público infantil.

Versão mais atual feita pelo ilustrador Ziraldo do Mosqueteiro e Mosquetinho

Periquito e Porco dividem a torcida

O Palmeiras é o único dos quatro grandes times que tem duas mascotes: um oficial e um não oficial.

O oficial é o Periquito verde, escolhido quando da fundação do Palmeiras devido à sua coloração e por ter em grande quantidade na região onde está localizado o clube, na Pompéia.

Diferente do que muitos pensam, o personagem Zé Carioca, da Walt Disney, não é mascote oficial do Palmeiras. Muitos torcedores e cartunistas desenharam Zé Carioca com a camisa do alviverde, mas o desenho é um papagaio, quando a mascote do Verdão é um periquito.

A mascote não oficial, porém mais difundido entre os torcedores, é o porco. A história originária do porco como mascote aconteceu em 1969, o Corinthians perdeu dois jogadores em um acidente de carro. Então, a diretoria alvinegra pediu à Federação Paulista que pudesse inscrever dois atletas para substituí-los, porém isso só poderia acontecer em caso de unanimidade de votação.

Somente o presidente do Palmeiras, Delfino Facchina, votou contra, o que motivou o mandatário alvinegro a xingar os palmeirenses de porcos.

Assim, a torcida do Corinthians resolveu provocar os palmeirenses e no clássico seguinte entre os times, um torcedor soltou um porco no gramado com a camisa do Palmeiras, enquanto os alvinegros entoavam em coro: “Porco”, provocando os rivais.

De provocação passou a adoção. Os torcedores do Palmeiras decidiram adotar o porco como mascote na semifinal do Paulistão de 1986, quando o Timão foi goleado pelo Verdão por 5 a 1 e a torcida começou a exaltar a antes provocação.

Santo Paulo, o protetor tricolor

Um time com nome de santo não poderia ter mascote mais apropriada do que o Santo Paulo. Na década de 40, pouco tempo depois da fundação do São Paulo Futebol Clube, um jornalista do jornal ‘A Gazeta Esportiva’ desenhou o santo. Velhinho, de barba branca e vestido como um sacerdote, com túnica branca com o símbolo do tricolor paulista no peito, assim nasceu o representante do time do Morumbi.

Desde sua criação, nunca houve nenhuma outra mascote além do Santo Paulo, denominado desta maneira para não ser confundido com o nome do clube, São Paulo.

Santo Paulo, mascote e protetor da torcida do tricolor paulista

Baleia alvinegra

Peixe ou baleia? A história começa em um e termina em outro. A origem da referência santista ao peixe remonta a 1935, quando em um clássico do alvinegro da Baixada Santista contra o São Paulo na Vila Belmiro, os torcedores tricolores ironizavam os torcedores santistas chamando-os de peixeiros.

Curiosamente, foi o ano do primeiro título conquistado pelo alvinegro praiano.

Os alvinegros assumiram o rótulo, até então pejorativo, com orgulho e adotaram a Baleia, para simbolizar uma força maior para o clube.

A ligação da cidade, localizada à beira-mar, com o animal foi instantânea.

Em junho de 2006, a diretoria do Santos adotou como plano de marketing, o lançamento de duas mascotes: o Baleião e a Baleinha, focando os adultos e as crianças.

Estratégia de marketing fez diretoria santista apostar na renovação do mascote e na criação da Baleinha

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Nasri, ‘O Pequeno Príncipe’ do Arsenal à espera de uma sequência nos Bleus

Com apenas 22 anos, ele aparenta ser menor do que sua estatura condiz. Mirrado, não tem cacoete da posição que atua. Mas o francês Samir Nasri, de 1,78m de altura e 75 quilos chuta pra longe todas as opiniões prévias sobre seu futebol quando entra em campo e domina a armação do Arsenal, clube inglês que disputa o Campeonato Inglês (Premier League) e a Liga dos Campeões (Champions League).

Pra quem acha contestável o nível do futebol apresentado pelo atleta formado no Pennes Mirabeau (FRA), basta olhar para o currículo de convocações para as seleções de base da França. Nasri tem convocações para as seleções sub-16, sub-17, sub-18, sub- 19 e sub-21.

Nasri despontou mesmo no Olympique Marseille, em 2004, após passar três anos nas categorias de base do clube.

A ausência de um meia armador de qualidade nos Bleus (seleção francesa) desde a aposentadoria do ídolo Zinedine Zidane, após a derrota na final da Copa de 2006, faz com que os franceses depositem suas esperanças em Nasri como provável novo ídolo do país.


Destro, armador, ágil, de dribles curtos e muita velocidade, Nasri foi contratado pelo Arsenal na janela de transferências de 2008, pela singela quantia de 17 milhões de euros.

Apesar de toda a cautela do técnico Arsène Wenger com o novo tesouro, Nasri foi ansioso e, logo na estreia, em agosto, impressionou os torcedores ingleses dos Gunners ao marcar seu gol contra o West Bromwich Albion.

Três meses depois, o Pequeno Príncipe foi o autor dos gols da vitória do Arsenal contra ninguém menos que o arquirrival Manchester United, por 2 a 1.

Maturidade versus precocidade

Se contarmos somente sua carreira profissional, a partir do Olympique Marseille, Nasri prova que tem futebol para tornar-se referência entre os boleiros franceses.

O meia já vai para sua segunda temporada na Premier League, onde já tem 49 atuações e oito gols marcados. Na Liga dos Campeões, são 16 partidas e quatro gols anotados.

Nos Bleus, as marcas melhoram. Foram 54 jogos nas seleções de base, com 21 gols marcados. Já na seleção principal, ao lado de feras como Frank Ribery e Thierry Henry, Nasri tem 15 participações, com dois gols feitos.

Para o futuro, os franceses torcem para que Karim Benzema, atacante promissor do Real Madrid, faça boa dupla com Nasri para reviverem o sonho das conquistas mundiais, deixadas pela geração de Zinedine Zidane.

PS: Confira o golaço marcado pelo Pequeno Príncipe no jogo do Arsenal contra o Porto, pela Liga dos Campeões.

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