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Archive for julho \29\UTC 2010

Um caráter sem preço…

Você trabalha anos de sua vida em busca de um objetivo: alcançar o topo da cadeia alimentar profissional (o que não significa que você precise se alimentar dos concorrentes para alcançar sua meta).

Nem todos mantém o ritmo ao longo dessa jornada, mas ele manteve. Nunca, jamais se deixou seduzir por outras propostas. Sempre se manteve imóvel, respeitando hierarquias e obedecendo à risca as ordens de seus supervisores.

O que poderia lhe rotular como alguém “comandado”, tornou-se sua principal característica, um comandante. Com a liberdade e as ferramentas que recebia, sempre conseguia extrair “água de pedra”.

Quando o material entregue era de melhor qualidade, transformava pedras em diamantes. E, como um bom líder, nunca perdeu o controle de sua equipe. Nada de valores individuais, destaques. Prezava pelo coletivo.

Foi assim em empresas menores e também nas gigantes. Por quatro anos consecutivos foi eleito o profissional do ano.

Mas, apesar do bom relacionamento, uma meta não cumprida foi a única mancha em seu currículo, o que lhe custou o emprego na indústria onde mais se destacou.

Porém, o bom profissional abre portas pelo mercado afora.

Na empresa rival, conflitos de interesses fizeram com que seu trabalho fosse limitado. E, como sempre manteve seu caráter e sua honra intocáveis, deixou a função.

Pouco depois, nova proposta, de uma empresa com potencial, muito dinheiro e algumas peças importantes.

Mas, quando começava a dar sua cara em seu trabalho novo, veio o convite para o cargo máximo, o sonho, aquela meta que ele tanto buscou.

Flashes!

Ele surgiu de surpresa. Não pelo que já tinha feito em sua carreira, o que o credenciava à função, mas porque o favorito para a função era outro.

Ético, como sempre, agradeceu o convite, mas foi consultar seu atual patrão, por respeito e a dignidade que nunca lhe faltaram.

Horas depois, ligou para o proponente e afirmou:

“Lamento, tinha muito interesse na vaga, mas não posso deixar meu cargo porque meu atual chefe não me permitiu”.

Muitos o taxaram de covarde, de tonto e outros adjetivos depreciativos. Porém, sua consciência lhe dizia: “Você fez o certo. Lá você teria que baixar a cabeça para muitas coisas erradas, engolir sapos e ficar quieto. Chamar os que eles quisessem. Aqui você ainda pode ser você.”

No mesmo dia, o “favorito” já era chamado para a função rejeitada.

Algo me diz que Muricy Ramalho é um peixe anormal, que sobrevive sem água e respira puro oxigênio com suas guelras em meio a diversas traíras.

Muricy Ramalho: exemplo de profissional em extinção?

E ele não teme ficar manchado por sua decisão. O exemplo que deixa é mais importante que qualquer cargo.

Esta personalidade não está à venda.

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Aos rappers americanos… que fiquem em casa!

Para os que dizem que não sou patriota, por não torcer pela Seleção Brasileira, aqui vai minha prova de amor à pátria: VIVA O RAP NACIONAL e que os rappers americanos fiquem em casa!

Após um evento memorável em Pinheiros, no SESC, a Batalha do Conhecimento (https://blogdobarra.wordpress.com/2010/07/16/vendo-a-historia-ser-escrita-batalha-do-conhecimento/), me deparo com um lixo desses:

http://www.rapnacional.com.br/2010/index.php/noticias/qual-impressao-50cent-deixou-no-brasil/

Pois é, para não dizerem também que estou me aproveitando do momento, podem constatar que já repudiava os que faziam questões de gastar seus “doláres” com ARTISTAS do calibre de 50 Cent!

50 Cent - Lixo musical que não queremos por aqui

Com todo o respeito à história de nossa cultura, mas este é o retrato do que resta do RAP em seu berço, nos Estados Unidos (se bem que a origem do RAP vem da Jamaica).

Com apenas R$ 8 pude presenciar o verdadeiro sentido da cultura Hip-Hop, não ataques de estrelismo e falta de respeito ao ser humano, como este músico protagonizou em suas apresentações.

Que os ratos saiam das tocas e tomem os seus lugares no cenário musical brasileiro. Este sim, o verdadeiro RAP, está recuperando seu espaço.

E que este tipo de intérprete, que se usa de nossa cultura para ganhar dinheiro, que fiquem em casa… pelo menos comigo vocês não levam nada!

PS: Parabéns ao Rap Nacional.com por evidenciar verdades que são omitidas por trás da carrões, cordões de ouro, biquínis e pornografias exibidas nos clipes destas figuras!

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Matéria do blog no site RAP Nacional e no Central Hip-Hop!

Salve família… matéria da Batalha do Conhecimento, deste blogueiro que vos escreve, foi publicada no site RAP Nacional!

http://www.rapnacional.com.br/2010/index.php/noticias/batalha-do-conhecimento-a-cultura-agradece/

E no Central Hip-Hop também!

http://centralhiphop.uol.com.br/site/?url=noticias_detalhes.php&id=2080

Vamos fortalecer a cultura!

Valew Mandrake, DJ Cortecertu!

PS: Algumas atualizações não foram efetuadas, pois somente a primeira versão do texto foi publicada. Você pode conferí-la abaixo corrigida!

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Vendo a história ser escrita – Batalha do Conhecimento

Um evento de RAP em Pinheiros não soa tão estranho, soaria se fosse no Alto de Pinheiros, bairro mais nobre. Enfim, mas o RAP tomou as dependências do teatro Paulo Autran, aquele mesmo, todo chique, compartilhando sua bela arquitetura com um monte de calça larga de boné na cabeça.

OBS: PROva de que não precisamos de fazer RAP Pop para chegarmos a lugares altos. A cultura não precisa se reinventar, só precisa manter o respeito a si própria!

Assistir uma batalha de improvisos sentado é estranho, mas MC Marechal, os MCs que batalharam, o Rashid, com seu pocket show, e o restante do evento fez com que se tornasse algo grandioso.

RAP + Cultura = Batalha do Conhecimento, onde os MCs devem demonstrar todo o “seu” conhecimento através das palavras que o público escreveu no quadro.

8 MCs de São Paulo contra 8 MCs do Rio de Janeiro, sobre a curadoria de Marechal. Aliás, muito respeitado pelo público, que silenciou ao primeiro ruído de suas palavras no microfone, após a apresentação do filme Profissão MC.

MCs e organizadores reunidos no palco do teatro Paulo Autran - Foto: Marilda Borges

As regras da batalha eram simples: 30 segundos para cada MC improvisar com as palavras escritas no quadro em dois rounds. Em caso de empate, terceiro round. Quem decide? O público!

1ª batalha – Mamuti (Nuscorre) (SP) x T.K. (RJ)

TK, um MC de apenas 14 anos, com jeitão de moleque, tirou onda, mas foi preciso o terceiro round para derrubar o conhecimento de Mamuti e passar de fase. Vitória de TK, o menino que estava com sua mãe presente no teatro e tomava suquinho nos bastidores! heauheaue

2ª batalha – MC Nino (Crewolina) (SP) x Drope EJC (RJ)

Vitória de Nino, sem necessidade de terceiro round.

3ª batalha – MC Nissin (RJ) x AXL (SP)

Batalha de alto nível, com boas e engraçadas rimas, vencida por AXL no terceiro round.

4ª batalha – Scott (Duck Jam & Nação Hip-Hop) (SP) x Maomé (Cone Crew) (RJ)

Outra  batalha de alto nível, que colocou frente a frente um favorito (Maomé), contra um MC da velha escola, Scott.

Com rimas cômicas, Maomé tirou o público pela primeira vez da cadeira, sobrando até par ao Dunga e o Felipe Melo. Vitória sem necessidade de terceiro.

5ª batalha – MC Lucas (Crewolina) (SP) x Durango Kid (RJ)

Decidida no terceiro, teve declarações de amor à namorada (Lucas) e palavras estranhas em uma batalha como ‘legume’, muito bem aproveitada por Durango, mas que não dobrou o público, que deu a vitória a Lucas.

6ª batalha – Marcello Gugu (Crewolina) (SP) x Logri (RJ)

Batalha fria, Marcello Gugu começava a esquentar o cérebro. Logri não fez frente e Gugu garantiu vaga nas quartas de final.

7ª batalha – Thiagão (Crewolina) (SP) x S.L. (RJ)

Outro MC novato, o carioca S.L. (dizendo e aparentando ter 15 anos) tirou onda, como um bom rimador nascido no RJ e soube aproveitar a “lacuna” deixada por Thiagão. Com rimas e flow variados, S.L. ficou com a vaga.

8ª batalha –100% (Crewolina) (SP) x Coe (RJ)

100% tentou levar o público na base da dança misturada às rimas, mas Coe foi mais objetivo e consistente nos versos e venceu.

Batalhas de rimas em um teatro... e eu saí no foto! - Foto: Marilda Borges

Quartas de final

Nino (Crewolina) (SP) x T.K. (RJ)

Uma batalha com a palavra Profilaxia (limpeza dos dentes) não poderia ser comum. Após uma batalha descontraída nos dois rounds, no desempate (terceiro), os improvisadores tiveram que se virar com a palavra B.Boy e Nino foi mais criativo, aproveitando o espaço do teatro e representando o que sabia com passos de B.Boys aliado aos versos, levantando o público. Vitória paulista.

AXL (SP) x Maomé (Cone Crew) (RJ)

Sem mais delongas, vitória tranquila de Maomé.

Lucas (Crewolina) (SP) x Marcello Gugu (Crewolina) (SP)

Primeira batalha regional, colocou dois parceiros da Crewolina frente a frente. Como não poderia ser diferente, sobraram elogios e Lucas até chamou Gugu de professor. No terceiro round, Gugu demonstrou mais conhecimento e faturou a vaga.

Coe (RJ) x S.L. (RJ)

Na batalha carioca, S.L. seguiu pela vertente descontraída e com diferentes levadas, enquanto Coe se esqueceu de respeitar as crenças dos outros e desrespeitou uma parte delas. Resultado: o público tem critérios e S.L. na semifinal.

Pocket show de Rashid

Apesar do público ainda não conhecer seus sons, Rashid rimou com destreza no palco do teatro Paulo Autran. Representou muito bem os versos de “Hora de Acordar”, seu EP.

Rashid apresentou três musicas de seu EP: E se, Pronto pro poder e Acendam as Luzes - Foto: Marilda Borges

Semifinais

Maomé (Cone Crew) (RJ) x Nino (Crewolina) (SP)

Maomé e Nino fizeram ótima batalha, Maomé deu o start e desceu do palco para improvisar junto com o público, seguido por Nino, que fez o mesmo, agitando com os presentes. Vitória de Maomé.

Marcello Gugu (Crewolina) (SP) x S.L. (RJ)

Comprovação da evolução de Marcello Gugu ao longo da competição, desfilou seu vasto conhecimento e pôs fim à diversão do excelente S.L. Gugu na final.

Final

Marcello Gugu (Crewolina) (SP) x Maomé (Cone Crew) (RJ)

Duelo esperado, São Paulo – Rio. No palco, os dois melhores MCs da noite, com o tema Profissão MC. Com versos brilhantes, a batalha tinha que fechar com chave de ouro, no terceiro round. E Marcello Gugu sacramentou a vitória sob Maomé, principalmente pela sinceridade do verso que represento “mais ou menos” abaixo:

“Se é Profissão MC, hoje eu faço jus / é bom os holofotes, mas eu prefiro a esquina do Santa Cruz”, em referência às históricas batalhas que acontecem no metrô Santa Cruz aos sábados.

O amor às raízes garantiu o troféu, diploma, R$ 1 mil e 500 cd’s prensados pela 4 Mídia Digital.

No mesmo horário, o GANGSTER 50 Cent fazia show para a outra classe do RAP, a custo mínimo de R$ 200. E a diva Lauryn Hill, próxima a visitar o país, fará apresentações a R$ 140, ingresso mais barato.

Pois é, o ditado se faz real: “São nos menores frascos que estão os melhores perfumes!”.

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Pra quem não acredita no amor…

Para minha namorada linda, Nanda, três anos me suportando!

Quando a dúvida surgir em tua cabeça, lembre-se disso:

“Te amaria outra vez se você quiser perguntar”
Se você se sentir sozinha quando eu não estiver por perto:

“Te amaria outra vez pra você nunca duvidar,

Quando teu coração gelar por alguma briga nossa:

”Te amaria outra vez como fogo no teu olhar”

Quando bater a saudade:

“Te amaria outra vez se visse você partir”

Apesar da distância de mais de 20 quilômetros que nos separa:

“Te amaria outra vez se eu tivesse que te buscar”

As longas conversas que protagonizamos em nossos telefonemas:

“Te amaria outra vez, te ouviria outra vez”

Aquelas cartas que marcaram o começo de nossa história:

“Te escreveria outra vez, longas cartas de uma eterna namorada”

Às vezes em que as ligações aconteceram em horários que julgam inconvenientes:

“Te ligaria outra vez, te acordaria outra vez, pra conversar durante toda madrugada”

Nas primeiras vezes em que nossos olhares se cruzaram, quando o amor ainda era só uma semente:

“Te amaria outra vez se visse você chegar, te amaria outra vez se olhasse no teu olhar, te amaria outra vez.”

Viveria todas as nossas lutas novamente, se fosse preciso… suportaria todas as suas manias outra vez, se fosse preciso… mudaria minhas atitudes outra vez, se fosse preciso.

Mas nada disso é necessário, porque para te amar basta te conhecer. E você me deu esta chance há 1.095 dias (oficiais) ou 1.460 (se quiser considerar nossa oração).

Nossa história está no início ainda. Serão muitos aniversários de namoro, até o dia em que um de nós deixe de existir fisicamente ao lado do outro, para se eternizar na memória.

Eu te amo minha linda, eu te amo minha preciosa, minha prometida!

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É disso que eu estava falando – Contrastes

http://pt.fifa.com/worldcup/news/newsid=1268050/index.html?cid=rssfeed&att=&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

É disso que eu falava. Perdemos (escrevo como torcedor da Argentina), não como a mídia brasileira ‘desabafa’ que fomos humilhados. A Alemanha simplesmente foi superior, soube aproveitar os contra-ataques e construiu o placar.

Mas voltar pra casa, após uma desclassificação e ser recepcionado por 20 mil argentinos não tem preço, isto é algo inigualável, que nunca veremos aqui no Brasil… simplesmente porque não existe patriotismo aqui!

Bastou desembarcarem para começarem acusações de que o Jorginho é o responsável por uma revolta dos jogadores, de que o Felipe Melo é o culpado, obrigando-o a sair escoltado do aeroporto, outros ignoram a imprensa (que praticamente não dormiu, para ouví-los às 2h da manhã – uma falta de respeito para com estes profissionais).

Enquanto isso, quem poderia ser massacrado é reconhecido, por ter honrado a camisa albiceleste, mesmo com nova derrota para os alemães, nossos carrascos.

O futebol pentacampeão, que devia ter o maior respeito entre todas as seleções, é o mais criticado… enquanto que os “apenas esforçados” argentinos são parabenizados pelo papel na Copa!

Patriotismo é isso, entenderam?

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Fim do espetáculo da mentira… voltemos a normalidade!

O melhor futebol do mundo, pentacampeão, superou Coreia do Norte, Costa do Marfim, empataram com Portugal, bateram o Chile… o que tem de mais nisso? Quartas de final, Holanda 2 a 1. Fim de festa, guardem as camisetas (novíssimas ou muito velhas), joguem as vuvuzelas no lixo, esqueçam as emoções vividas nestes últimos 15 dias.

Acabou a hipocrisia, a falsa ilusão de amor à pátria!

O Brasil foi eliminado e agora é hora de voltarmos ao normal. Esquecermos que alguns poucos choramos por essa pátria, por esta Seleção onde jogadores não choram por nós.

Acabaram as férias do patriotismo. Agora, ele volta pro batente e todos voltam a esquecê-lo.

O que estou dizendo? Simples, fim da hipocrisia, do amor fingido, da falsa sensação de amor ao país. Acabou!

Agora é hora de vestir as roupas comuns. A camisa da Seleção pela qual dizem que tanto se orgulham só voltará a ser sacudida daqui a 4 anos.

Hora de voltar para o fundo do armário

Isso não é culpa de vocês. Infelizmente é nossa cultura.

Não fomos ensinados a valorizar este país. Por isso não sabemos amá-lo.

Agora respondo e mato a dúvida de meia dúzia que me pergunta o que me faz torcer contra o Brasil e a favor da Gloriosa Argentina.

Me digam quantos jogadores dos 23 que estavam em campo (antes que critiquem, haviam 12 no banco de reservas) saíram de campo às lágrimas? Quantos estão sofrendo, inconformados com esta grande perda?

Futebol não é só um esporte. É o coração desta nação. E somente Júlio César e Kaká (este não vi, mas aparentava pelo rosto inchado) sentiram o golpe, mostraram em lágrimas (a maior forma do ser humano expressar uma dor) a tristeza do momento.

Os outros preferem dizer que o juiz exagerou, que tem forças para quebrar o adversário (!!!), que não podem ser culpados sozinhos. E um técnico (?!) que diz que fez o time reaprender a amar esta camisa, que se víssemos o clima do vestiário teríamos dimensão da situação dos jogadores.

Mostre então, porque não vejo.

Vejo sim (desde 1999) 11 jogadores argentinos correrem, lutarem, darem o sangue por sua nação… e, para quem duvida, busquem no YouTube a emoção de Cambiasso e seus companheiros pela eliminação em 2006, diante da Alemanha.

Desculpem torcedores brasileiros, não se trata de melhor futebol, afinal vocês são penta, nós somos bicampeões. Trata-se de patriotismo, amor à camisa, valorização do torcedor, que ganha pouco, sofre e tem, às vezes, como única alegria ver sua Seleção vencer.

Cena se repete, mão no rosto, cara triste... e férias!!

Dunga fez o que pode, mas não se consegue imprimir o amor na cabeça de ninguém.

E isso, nem propaganda da Brahma me convence que quem veste esta camisa é guerreiro.

Guerreiro não se entrega… morre!

Quem ali daria o seu melhor por 180 milhões, como eles costumam encher a boca? Hipócritas.

Antes de finalizar, será que nas eleições veremos 40 mil pessoas no Vale do Anhangabaú torcendo para o Brasil tomar um rumo melhor?

Ou 40 mil pessoas mobilizadas para ajudar uma favela, moradores de rua, os que sofrem neste exato momento no Nordeste?

É, acho que esse post ficou grande demais, pelo menos metade deve ter desistido quando chegou no meio deste texto.

A verdade dói… muito… até em mim!

Tchau Brasil (país, não Seleção), nos vemos em 2014!

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