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O que eu vi na Argentina e trouxe pra contar – Final

Enfim, este é o último post das curiosidades que eu trouxe da Argentina pra contar…

 

Um brasileirito

A rivalidade Brasil e Argentina é muito grande. Mas, se por um lado (entenda-se por aqui), não há problemas em caminhar com a camiseta da Seleção Argentina pelas ruas (o que é muito comum), lá a situação é diferente. É praticamente impossível ver um argentino andar com a camiseta amarelinha pelas ruas, até porque eles são muito mais patriotas do que nós.

Mas bastou surgir um tal de Neymar que a situação mudou. Caminhando pela 9 de Julio, avistei um garotinho com a camisa 11 do Brasil e a inscrição Neymar. Como chovia brasileiros lá como turistas, corri e me aproximei da família para saber se falavam português… mas não! Eles conversavam em castelhano mesmo, ou seja, é um caso raro de um argentino com uma dose inferior de patriotismo.

O susto foi tão grande que nem deu tempo de focar a máquina

 

E o RAP, como tá?

Me arrisquei a entrar numa loja de CDs pra ver se encontrava algo de RAP argentino para trazer pra cá. Como a pronúncia de RAP em castelhano soa muito estranho pra mim, preferi me arriscar perguntando sobre Hip-Hop argentino.

Primeiro a vendedora pediu para eu repetir, parecia que não tinha entendido. Depois me olhou com uma cara que eu fiquei com a sensação de como se tivesse perguntado sobre um grupo de ‘samba argentino’!

Ela me olhou abismada e me solta: “Não existe Hip-Hop Argentino.” Eita! Num país inteiro ninguém descobriu o RAP ainda? Impossível. Prefiro pensar que ela era leiga e não sabia o que era RAP ou Hip-Hop.

PS: Curiosamente, depois, andando na 9 de Julio, em outra loja de CDs encontrei o cd do Face da Morte – Quadrilha da Morte, grupo de RAP brasileiro, numa prateleira lá. Ou seja, o RAP chegou à Argentina, a vendedora que era ignorante no assunto mesmo!

Passagem de ônibus e táxis, táxis e táxis…

Os ônibus na Argentina são velhos. Mas velho não significa podre, são até bem cuidados, mas antigos, assim como o metrô. Enquanto o metrô é consideravelmente caro, o ônibus é absurdamente barato e útil.

Vc paga de acordo com seu destino. Por exemplo, entro no coletivo, falo para o motorista onde vou e ele me fala quanto vou pagar até lá. Eu sei, é um sistema suscetível a falhas e corrupções, pois o motorista não tem como controlar se você desceu mesmo no seu ponto.

Mas o que importa é que a passagem é muito barata e o ônibus anda muito. O máximo que você paga é R$ 0,75 (no maior trajeto) e o ônibus atravessa a cidade de ponta a ponta.

Numa dessa viagens longas (do Barrio Chino (Bairro Chinês) até o Centro), cerca de 40 minutos de viagem, me propus a contar quantos táxis avistava, pois estava desconfiado de que via táxi demais pra uma cidade.

Os carros amarelinhos passavam um atrás do outro. Então, em 40 minutos contei aproximadamente (devo ter perdido alguns de vista, sem dúvida) 266 táxis!

 

No meu Facebook, postarei as demais fotos com outras curiosidades de lá…

 

Categorias:Textos
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